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Arquivo de

Salão


Local: Tauá Grande Hotel e Termas de Araxá (Araxá)
Equipamento: Nikon D700 com objetiva Nikkor 24-120mm
Exposição: abertura f/3.5, velocidade 1/8s e ISO1000
Pós processamento: Apple Aperture 3

Estudo de Elementos Finitos v0.95

1/4 de Placa com FuroApós um longo período de inação no campo da Matemática, volto-me, timidamente, para este meu lado rigoroso, cuja ação contempla menos o conteúdo que a forma: uma equação precisa ser bonita antes de ser correta e útil. Desse exercício, resultou a versão 0.95 do meu Estudo de Elementos Finitos.

Nicole Kidman

Marques de Griñon

caliza2Não posso qualificar antigo o apreço que conservo pelos vinhos, uma vez que bebidas alcoólicas não me apeteciam durante a mocidade, época cujos eventos já se apresentam um tanto quanto indefinidos nesta minha memória claudicante. Lembro-me, entretanto, que iniciei o consumo do vinho tinto acreditando tratar-se de uma bebida sagrada: “E, logo que o mestre-sala provou a água feita vinho (não sabendo de onde viera, se bem que o sabiam os serventes que tinham tirado a água), chamou o mestre-sala ao esposo, e disse-lhe: ‘Todo o homem põe primeiro o vinho bom e, quando já têm bebido bem, então o inferior; mas tu guardaste até agora o bom vinho.'” (João 2:9-10). Após ler essa passagem bíblica tão relevante – desfecho da história intitulada “As Bodas de Caná” -, pensei com os meus botões: “Nossa! Jesus transformou água em vinho e não o contrário!”. Assim, instado por essa santa conclusão, corri ao supermercado e adquiri o inesquecível Sangue de Boi: vinho brasileiro, da profícua Vinícola Aurora. Durante o consumo desse líquido, abundantemente adocicado, as primeiras impressões foram sublimes, apesar de um persistente gosto de fumo na língua. Objetivando sorver o máximo de divindade que aquela bebida poderia me proporcionar, acabei consumindo toda a garrafa de 750ml. A primeira hora após essa conquista transcorreu de uma forma, digamos, transcendental, quase mística; período em que trafeguei inúmeras vezes pelos cômodos da casa, correndo e emitindo estranhíssimas risadas sinistras. O tempo passou e, advertido por apreciadores de vinho mais esclarecidos, creio ter atingido um nível mais elevado que esse de outrora. Hoje, posso ter o prazer quase inenarrável – que dura antes, durante e depois do consumo; algo que não aconteceu com o citado vinho nacional – de sorver o sensacional Marques de Griñon Caliza, vinho espanhol que justifica com louvor, no âmbito dos vinhos tintos, a minha preferência por esse país de origem. À seguir, descrevo essa bebida divina à minha maneira; nada refinada.
Cor: bem escura, cor de sangue venoso;
Aroma: daqueles que o instigam a degustá-lo;
Sabor: vigoroso sem ser agressivo;
Tipo: tinto;
Safra: 2008;
Região: Toledo;
Origem: Espanha (terra de meus ancestrais);
Nota: 5/5

A Queda


Local: Parque Nacional do Iguaçu (Foz do Iguaçu)
Equipamento: Nikon D700 com objetiva Nikkor 24-120mm
Exposição: abertura f/22.0, velocidade 1/8s e ISO100(low)
Pós processamento: Apple Aperture 3

Caterina Murino